nada se cria…
May 27th, 2007 by daniel
A teledramaturgia brasileira, celebrada em muitos lugares do mundo, cá entre nós: é superestimada. E, sim, estou usando mais eufemismo do que eu já fiz em minha vida inteira. Pieguices, lugares-comum, et cetera, et cetera.
Na atual novela das sete da Globo, a falta de criatividade ultrapassa o ridículo. Uma amálgama de histórias retiradas de séries conhecidas e, para coroar o absurdo, os nomes dos personagens são retirados da lenda do rei Arthur. Gwenhwyfar, Lancelot, entre outros, têm suas versões nacionais.
A produção que vai substituir esta última no horário das 19h chama-se Sete Pecados. Não sei dizer ainda se vai rolar uma copiazinha básica de argumento. Mas se for tratar da parte visual…
O logotipo acima não lembra nada? Aí vai um refresco para a memória:
A marca da próxima novela da Globo é copiada/inspirada na marca de Seven, um dos melhores filmes dos anos 90. E ambos falam dos sete pecados capitais. Mas, provavelmente, as coincidências da próxima telenovela de Jorge Fernando e o clássico de David Fincher terminam por aí. E começa minha busca pelas alternativas para o horário. Que, admito, não são difíceis de achar.
Nem fale, tudo se copia mesmo. A personagem de Débora Secco no início da novela das sete foi ludibriada à doar o rim ao pai que tinha acabado de conhecer e depois foi abandonada por ele. Lembram de algo parecido?
E na mesma novela atual das sete a tal da Maria, Fernanda Lima, tem dupla personalidade: uma má e uma boa…
E o Lance, Marcos Pasquim, cura as pessoas ao tocá=las…. humm!! Sei…
É como diz Chavez; “papagaios”.