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nada se cria…

A teledramaturgia brasileira, celebrada em muitos lugares do mundo, cá entre nós: é superestimada. E, sim, estou usando mais eufemismo do que eu já fiz em minha vida inteira. Pieguices, lugares-comum, et cetera, et cetera.

Na atual novela das sete da Globo, a falta de criatividade ultrapassa o ridículo. Uma amálgama de histórias retiradas de séries conhecidas e, para coroar o absurdo, os nomes dos personagens são retirados da lenda do rei Arthur. Gwenhwyfar, Lancelot, entre outros, têm suas versões nacionais.

A produção que vai substituir esta última no horário das 19h chama-se Sete Pecados. Não sei dizer ainda se vai rolar uma copiazinha básica de argumento. Mas se for tratar da parte visual…

Se7e

O logotipo acima não lembra nada? Aí vai um refresco para a memória:

SE7EN

A marca da próxima novela da Globo é copiada/inspirada na marca de Seven, um dos melhores filmes dos anos 90. E ambos falam dos sete pecados capitais. Mas, provavelmente, as coincidências da próxima telenovela de Jorge Fernando e o clássico de David Fincher terminam por aí. E começa minha busca pelas alternativas para o horário. Que, admito, não são difíceis de achar.

3 Responses to “nada se cria…”

  1. on 28 May 2007 at 10h31Júnior

    Nem fale, tudo se copia mesmo. A personagem de Débora Secco no início da novela das sete foi ludibriada à doar o rim ao pai que tinha acabado de conhecer e depois foi abandonada por ele. Lembram de algo parecido?

  2. on 29 May 2007 at 16h28Tâmara

    E na mesma novela atual das sete a tal da Maria, Fernanda Lima, tem dupla personalidade: uma má e uma boa…
    E o Lance, Marcos Pasquim, cura as pessoas ao tocá=las…. humm!! Sei…

  3. on 24 Jun 2007 at 10h07Washington

    É como diz Chavez; “papagaios”.

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