No site do Central do Carnaval pode-se ver o seguinte banner:
Para os menos atentos: “All Inclusive” era o que na nossa língua arcaica costumávamos chamar de “Tudo Incluso”. Tem mais caracteres e tal, mas who cares? É inglês, é mais chic. Ou seria fashion?
Os argentinos não podem pesquisar pelo nome de Maradona. É isso mesmo, Fiquei sabendo pelo TWiT dessa semana que o maior ídolo argentino entrou com uma ação contra Google e Yahoo! para que não mostrasse resultados referentes à buscas por seu nome.
O Google entrou na briga, mas o Yahoo! Argentina já tirou o seu da reta. No lugar dos resultados, uma mensagem explica o ocorrido:
Con motivo de una orden judicial solicitada por partes privadas, nos hemos visto obligados a suprimir temporalmente todos o algunos de los resultados relacionados con ésta búsqueda.
Caso a mensagem no site desapareça, ainda temos imagens:
Os apresentadores do TWiT instituíram o prêmio The Donkey of the Week especialmente para o hermano.
Funke e eu fizemos um videozinho para participar do Weekend Project do Vimeo, que tinha como tema “Cozinhe”. Infelizmente demoramos e não terminamos a tempo. Mas publicamos o vídeo assim mesmo. É o primeiro, com certeza faremos mais.
Podem ver o vídeo em alta definição lá no Vimeo. É muito melhor que o que está aqui na página.
O que são sete anos? Muito ou pouco tempo? O Google resolveu, para comemorar o seu aniversário de dez anos, fazer uma página com o índice mais antigo que eles tinham, de Janeiro de 2001. Só para dar um exemplo, uma busca por “blog”, retornava o seguinte resultado:
Em 2008, os resultados são ligeiramente diferentes:
Fim do primeiro turno das eleições municipais do Brasil. E agora? Quatro anos é muito tempo se você sapateia quando fica nervoso.
Na minha cidade ganhou o candidato que, na sua última gestão foi cassado. Sabe como é, crime eleitoral. Acontece. Mas em compensação, segundo a sua ficha (no TSE), seu grau de instrução é: lê e escreve. Instruído ele está para continuar o que vem sendo feito. Afinal, a sua condição para disputar a prefeitura era “Apto”. Com uma ressalva entre parênteses eleitorais: “Deferido com recurso”.
Mas não é só na minha cidadezinha de interior que essas coisas interessantes acontecem. Em Salvador, um candidato (vitorioso) a vereador não tem lá muita experiência na área. Mas em compensação, a sua profissão atual, de dançarino de pagode, pode ajudá-lo muito no seu mandato. Até porque para viver aqui tem que rebolar. Ou não?
Por falar em pagode, Netinho de Paula acabou de virar vereador e já pensa no Senado. É isso aí, mano. Mas a vaga na Câmara fica para quem, hem?
Da série Já não se fazem ladrões como antigamente:
Ano passado, no Canadá, um ladrão roubou um carro e devolveu quando percebeu que dentro do mesmo havia uma criança dormindo. Ligou até para a polícia.
Como as coisas que vêm do exterior demoram um pouco a chegar ao Brasil, só na semana passada o fato ocorreu por aqui também. Mas por causa do nosso jeitinho, da nossa malandragem, do nosso ziriguidum, do nosso balacobaco, as coisas ocorreram com um tempero diferente.
Ao ligar para a polícia, o ladrão não só disse que havia roubado o carro como deu um aviso ao pai da criança: da próxima vez que fosse roubar o carro dele e a criança estivesse no fundo, daria cabo do desleixado.
Me lembra um famoso rouba mas faz.
Aos preocupados com a integridade física do anti-herói brasileiro, relaxem. A delegada responsável pelo caso disse que não ia pedir a sua prisão, pois este perdeu seu trabalho para proteger a criança.